Meus Discos e Livros e Tudo o Mais!: Dezembro 2011

31 de dezembro de 2011

Um Desafio Realmente Desafiante




Normalmente eu fujo de desafios, metas e expectativas literárias porque tenho tendência a acabar frustrada. Mas, não é que resolvi fechar o ano aceitando um desafio literário? Veja só, rss. E não é qualquer desafio, é um Desafio Realmente Desafiante!, proposto pela Clícia do blog Silêncio Que Eu To Lendo. Gostei desse desafio mais do que dos outros porque nele eu não preciso estabelecer minhas metas agora, o que eu achei ótimo porque, né, sabe-se lá o que eu vou estar com vontade de ler em agosto, por exemplo? Muita antecipação pro meu gosto, rs


Mas, vamos aos itens a serem cumpridos durante o ano:

Janeiro: Ler um livro de um autor europeu.
Fevereiro: Ler um livro que tenha um personagem com a inicial do nome igual a do seu nome.
Março: Ler um livro com a capa verde, vermelha ou azul.
Abril: Ler um livro que tenha cenas que se passem na Africa ou na Ásia. Não precisa ser o livro todo, mas pelo menos algumas cenas!
Maio: Ler um livro que seja o último de alguma série.
Junho: Ler um livro que Virou Filme.
Julho: Ler um livro com mais de 500 páginas.
Agosto: Ler um livro lançado no ano do seu nascimento.
Setembro: Ler um livro de um autor que já é falecido.
Outubro: Ler um livro de um autor do seu estado.
Novembro: Ler um livro bem fininho. Com menos de 200 páginas.
Dezembro: Ler um livro que você tenha ganho de presente.


Então é isso, o autor europeu de janeiro já está escolhido, mas só conto no mês que vem - aquele mês que começa amanhã ;D. Quanto ao resto, não faço a mínima ideia de quais serão minhas escolhas, principalmente o do ano do meu nascimento...

Quem quiser participar também corre no post do Silêncio Que Eu To Lendo que explica direitinho - nem precisa ter blog, e vai ser divertido!

Aproveitando, desejo um Feliz Ano Novo para todos que passarem por aqui, e que 2012 seja repleto de coisas boas para todos nós!!


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26 de dezembro de 2011

*Série ‘Academia de Vampiros’ – Richelle Mead*





Série Academia de Vampiros
(Vampire Academy Series)
Richelle Mead





Terminei de ler o sexto livro da série, Last Sacrifice, e ainda estou meio tonta – e completamente feliz porque o final é perfeito!! – mas decidi que não tenho condições de fazer resenha sobre ele sem soltar milhares de spoilers. Se eu for escrever sobre o último livro tudo o que eu vou querer comentar é como o Abe conseguiu [...], ou a forma como a Lissa [...], ou ainda a Rose e sua [...]. Ou o Dimitri... ai o Dimitri... *__*

Mas não vou fazer isso, resolvi escrever sobre a série em geral, sem spoilers, para não estragar a leitura de ninguém, rs. Sobre o Last Sacrifice só vou comentar que, estando no sexto livro, o último da série, seria de se imaginar que já sabemos bem como funciona a sociedade Moroi, certo? Nada disso. Nesse livro descobrimos que não sabemos é de nada. Existe toda uma facção da qual não fazíamos ideia. Nem os leitores nem a Rose. Descobrimos junto com ela que tudo o que lhe foi ensinado não era bem assim...


Sobre a série, se ainda há quem não conhece, Academia de Vampiros – Vampire Academy – é uma série sobre vampiros (duh!) que se baseia em uma mitologia romena que explica a existência de 2 tipos básicos de vampiros: os Moroi, que são pacíficos, se alimentam de sangue humano mas não matam para isso. Eles possuem um tipo de magia ligada aos elementos da natureza e são mortais; e os Strigoi, esses são vampiros cruéis, assassinos sanguinários, que desistiram de sua magia pela imortalidade e força superior ou foram transformados à força. São os maiores inimigos dos Moroi. Há também os meio vampiros, os Dampiros, mais fortes que os humanos, possuem os reflexos e sentidos aguçados dos vampiros mas não suas fraquezas. Normalmente são treinados para serem guardiões dos Moroi contra os Strigoi e ensinados a dar suas vidas por eles, já que “eles vêm primeiro”.

A protagonista é a dampira Rose Hathaway, uma das estudantes da Academia São Vladimir. Ela é uma guardiã nata que acredita piamente em defender os Moroi com sua própria vida, se preciso, principalmente se a Moroi em questão for sua melhor amiga, Lissa Dragomir. Além de melhores amigas desde a infância, Lissa e Rose possuem um laço psíquico que permite à Rose “entrar” na cabeça de Lissa e testemunhar tudo o que a amiga faz ou pensa e sentir o que ela sente. Nossa Rose não é uma mocinha bobinha e passiva que espera ser salva do perigo ou que outros façam tudo por ela. Ela enfrenta o perigo, o procura. Cabeça dura, forte, esperta, impulsiva, violenta, rebelde e um pouco indisciplinada, ela faz muitas coisas que não devia, tem uma séria dificuldade de respeitar regras, mas não fica parada esperando as coisas acontecerem. Ela age. Ela grita. Ela ameaça. É, ela não é perfeita, mas por isso mesmo gosto tanto dela.

Já no início da série sabemos que Rose fugiu da Academia com Lissa, e a vemos ser capturada. É o momento em que conhecemos o dampiro Dimitri Belikov, o guardião oficial da Princesa Lissa. Ah, sim, Lissa é membro de uma das famílias da realeza dos Moroi, a última de sua família, por isso precisa ser extremamente protegida. Mas voltando ao Dimitri, ele chega com seu sotaque russo, casaco longo, rabo de cavalo e olhos castanhos, bonito demais para seu próprio bem, conquista Rose *cof cof* e todas as leitoras *cof cof*. Mas Rose não pode se envolver com ele já que, além de ele ser 7 anos mais velho, na volta à Academia, ele vira seu instrutor.

Além dos protagonistas, outros personagens viraram meus queridinhos, como o Christian, de quem gosto muito (apesar de o personagem ir ficando mais apagado com o passar dos livros); o Adrian (apesar de que não foi amor à primeira vista e ele me deixava desconfiada no começo); o Abe, com todo o jeito de mafioso dele, seus grandes segredos e como ele defende “os seus”; Janine, a mãe da Rose, a única a bater de frente com ela e levar a melhor; a Sydney (mas vou falar melhor dela quando fizer a resenha de Bloodlines), entre vários outros. Já a Lissa é um personagem que me irritou em muitos momentos durante a série, mas não posso negar o quanto o papel que ela cumpre é importante para a história toda.

Eu enrolei muito para começar a ler essa série. Estava meio que numa rehab de livros de vampiro, evitando um pouco o tema, mas quando senti que estava preparada, foi o primeiro da minha lista. E se eu enrolei para começar, depois que comecei devorei os livros e li todos os lançados no Brasil um atrás do outro – e não me contive e li os que ainda não foram lançados aqui em inglês. Como queria ler a série eu fugi de todos os spoilers possíveis e foi a melhor coisa que fiz. A única coisa que eu tinha total certeza era de que existia um personagem chamado Dimitri que tem uma legião de fãs apaixonadas por ele... rss

Eu leio bastante, então me acho espertinha e sempre que começo uma série nova fico especulando comigo mesma como a história vai se desenvolver, pego os acontecimentos do primeiro livro como pista do rumo que a série vai tomar e fico imaginando “aposto que a protagonista vai fazer isso”, “aposto que o mocinho vai fazer aquilo”, “aposto que vai surgir tal conflito”. Mas a tia Richelle, aquela danada, quebrou minhas pernas e deu um rumo para a história que eu NUNCA ia imaginar. Tudo vai de um jeito e de repente, chega o livro três e muda tudo. Quando comecei a leitura, imaginava que a história iria por um caminho, já projetava mais ou menos quais os conflitos que seriam enfrentados pelos personagens. Não podia estar mais enganada. Em nenhum momento me passou pela cabeça o grande acontecimento que muda tudo. A gente fica chocado, com o coração apertado, fica ansioso para o que acontecerá depois... Como eu já comentei em alguma das resenhas, o bom dessa série é que não há enrolação. Muitas coisas vão acontecendo mas muitas vão sendo resolvidas pelo meio do caminho então ficamos sempre satisfeitos. E foi ótimo chegar ao último livro e saber que a razão de alguns dos acontecimentos encontra explicação lá no começo da série. Série planejada e com tamanho certo é outra coisa.

Só posso dizer que depois dessa série eu definitivamente virei fã da autora (apesar de ela massacrar nosso coraçãozinho sem dó) e não vejo a hora de ler toda e qualquer outra coisa que ela já escreveu/vai escrever/ainda está sonhando em escrever.




Academia de Vampiros 1: O Beijo das Sombras (Vampire Academy)
Academia de Vampiros 2: Aura Negra (Frostbite)
Academia de Vampiros 3: Tocada pelas Sombras (Shadow Kiss)
Academia de Vampiros 4: Promessa de Sangue (Blood Promise)
Vampire Academy 5: Spirit Bound
(ainda não lançado no Brasil)
Vampire Academy 6: Last Sacrifice (ainda não lançado no Brasil)



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21 de dezembro de 2011

'Dash & Lily's Book of Dares - Rachel Cohn & David Levithan'







Dash & Lily's Book of Dares
Rachel Cohn & David Levithan












“Imagine this:
You’re in your favorite bookstore, scanning the shelves. You get to the section where a favorite author’s books reside, and there, nestled in comfortably between the incredibly familiar spines, sits a red notebook.
What do you do?
The choice, I think, is obvious:
You take down the red notebook and open it.
And then you do whatever it tells you to do.

Imagine isso:
Você está em sua livraria favorita, explorando as prateleiras. Você chega à seção onde residem os livros de um autor preferido, e lá, confortavelmente acomodado entre lombadas incrivelmente familiares, está um caderno vermelho.
O que você faz?
A escolha, eu acho, é obvia:
Você pega o caderno e o abre.
E então você faz qualquer coisa que ele te mande fazer
.”
*Tradução livre



Dash não gosta do natal. Toda essa coisa de espírito natalino não é pra ele. Tanto que, chegada a época das Festas de fim de ano, ele planeja cuidadosamente para ficar sozinho em casa, numa de “órfão por opção”. Fala para a mãe que passará o natal com seu pai, e para o pai que o passará com sua mãe – o que ele consegue facilmente e sem levantar suspeitas, considerando que seus pais não se falam há anos. Com pais viajando e muito tempo livre, Dash passa boa parte desse tempo em seu lugar preferido em Nova York: a livraria Strand. A gigantesca livraria Strand. Em uma das prateleiras, enquanto procura alguma novidade de um de seus autores preferidos, ele encontra um caderno vermelho, um Moleskine vermelho, que o deixa intrigado. Dentro dele encontra uma letra de garota e uma série de desafios em uma espécie de “caça ao tesouro” que o leva a diferentes livros que o ajudam a formar uma frase, frase essa que o incita a praticar uma ação. Como o próprio Dash inicia o livro contando, se você acha um caderno vermelho nessas condições, você simplesmente faz tudo o que ele manda.

Lily ama o natal! As luzes, os biscoitos, as pilhas de presentes, o espírito de solidariedade natalino, tudo. Tanto que, neste natal, organizou seu próprio grupo de “Caroling” (pessoas que se reúnem e vão de casa em casa cantando canções de natal). Lily também está sem seus pais durante as Festas, mas porque os dela viajaram para Fiji em comemoração aos 25 anos de casamento. E ela não ficou sozinha e sim com seu irmão mais velho e o namorado dele, além de seu avô super protetor. Langston, o irmão, decide que Lily precisa de algo com que se ocupar, então pega um dos cadernos vermelhos dela e nele escreve uma série de pistas e desafios que a ajudariam a encontrar a companhia certa para ela. O caderno é deixado então no lugar preferido dela: a livraria Strand, a espera que alguém responda ao desafio contido nele. E alguém o faz.

Entre idas e vindas do caderno, filmes de natal, biscoitos, lojas absurdamente lotadas, casas iluminadas, museus de cera, amigos intrometidos, ex-namoradas e familiares excêntricos, Dash e Lily trocam desafios e confidências, se abrem, desabafam, divagam, tudo através das páginas do caderno, e têm um período natalino bem diferente do que imaginaram.

Esse livro, escrito a quatro mãos pela Rachel Cohn e David Levithan, é narrado em primeira pessoa, em capítulos intercalados, pelos personagens do título, cabendo ao David narrar os capítulos do Dash e à Rachel os da Lily. Gosto muito da forma como os autores escrevem, e achei mais interessante ainda saber que um escreve um capítulo, manda por e-mail para o outro que continua do ponto que o primeiro parou, sem que eles tivessem combinado antes qual seria o rumo da história. Em conjunto, utilizando essa mesma fórmula, os autores já lançaram os livros Nick & Norah – Noite de Amor e Música e Naomi and Ely's No Kiss List. Infelizmente, apenas o Nick & Norah já foi lançado no Brasil.

Gostei do Dash & Lily, mas confesso que esperava mais da história, pelo tanto que gostei do Nick & Norah (ah, as expectativas altas...). Meu problema, na verdade, foi só com a Lily, porque das partes do Dash, que é um lindo, não tenho nada a reclamar. Por várias vezes achei a Lily muito bobinha pra não dizer chata, muito cheia de mimimi pro meu gosto, enquanto super me identifiquei com o Dash, inclusive nessa coisa de não gostar do natal*Grinch Feelings* o/ – além, é claro, do tanto que ele gosta de livros e de o lugar preferido dele ser uma livraria (característica que ele divide com a Lily, então vamos dar um crédito a ela). Em resumo peguei uma certa implicância com a Lily enquanto gostei demais do Dash, o que me leva a pensar que já passou da hora de eu ler os livros “solo” do David Levithan.

Dos outros livros em conjunto dos autores já li o Nick & Nora (resenha aqui), que se passa em uma única noite, enquanto esse se passa em vários dias. Gostei infinitamente mais do outro, talvez por ter gostado mais dos personagens, talvez porque tenha gostado mais do final dado ao outro. Mas, bem, ignorando o fato de que eu esperava mais do final, e a chatice da Lily, o livro é bem bonitinho. E a capa? Linda!! Apesar das minhas reclamações, o livro tem muitas coisas boas, é uma história realmente bonitinha, e há momentos impagáveis como Lily passeando com um cachorro que é do tamanho de um pônei e, óbvio, sendo carregada por ele, e Dash entrando numa guerra de neve com algumas crianças e depois sendo perseguido pela mãe delas como se fosse um maníaco que ataca criancinhas... com direito a postagem em blogs e tudo.

Outro ponto alto é a Livraria Strand, que tem um papel importante em toda a história, e que realmente existe e é frequentada pelos autores. Eu fiquei alucinada para conhecer o local preferido dos protagonistas, que diz na fachada serem “18 milhas de livros”, o que seria cerca de 28, quase 29km. De livros! É pra deixar qualquer bookaholic desesperado e desejando ir para Nova York imediatamente. Para vocês ficarem como eu, vou deixar um vídeo do lugar. Vamos todos pra lá?







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18 de dezembro de 2011

TOP Piriguetagem Literária 2011




Tinha programado outro post para o fim de semana, mas então dona Nanda do Viagem Literária me vem com esse TOP Piriguetagem Literária 2011 e me lembra de que eu sou, sim, piriguete literária - que a cada livro que lê se apaixona/baba/suspira/morre de amores por um personagem diferente. Resultado, parei tudo o que estava programando para escrever a minha lista.

O termo "Piriguete Literária" já está rolando pela blogosfera, mas, para quem ainda não sabe, pego emprestado a explicação dada pela Luciana Mara do TOC Livros:

“De acordo com o dicionário Aureliânus sofre de piriguetismo literário aquele(a) que troca de paixão platônica fictícia toda semana, e usa a expressão 'é meu' quando descreve algum personagem. Este tipo de piriguete usa ou usará óculos e sente frio (característica principal que a diferencia das outras espécies).”



Bem, vamos a minha lista, mas antes é importante saber que:
° a lista não é exaustiva, "pirigueto" muito mais do que os que estarão aqui;
° a lista não está em ordem de importância, não poderia definir de qual deles gosto mais;
° a lista é um Top 10 totalmente manipulado que tem mais do que 10 nomes, porque, né?! Só 10? hahaha


- Ian O'Shea (A Hospedeira - Stephenie Meyer)
Eu sou apaixonada por esse personagem num grau que vocês não fazem ideia. É a maior razão para eu já ter lido esse livro 3 vezes, e chorado em cada uma das leituras toda vez que ele sofre. É muito amor pra um personagem só!!

- Luke Costello (Férias - Marian Keyes)
Luke 'Homem-de-Verdade' Costello sensualiza em sua calça de couro e nos deixa babando durante o livro todo. Ah, Rachel, com um homem desse quem precisa de drogas para se sentir bem?
Ah, sim, ainda tem o fato de ele ser irlandês e eu tenho uma grande queda por personagens irlandeses...

- Jace Wayland (Série Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare)
Esse Caçador de Sombras é bonito, esperto, corajoso, amigo dedicado, honesto, mas Pelo Anjo!, como é metido e irritante! Uma frase que o resume é “eu sou bom, eu sou bonito e sei disso”. Ele é tudo isso, e mesmo com jeito marrento e arrogante, não conseguimos não nos apaixonar.

- Patch (Série Hush Hush - Becca Fitzpatrick)
É o mais bad boy dos anjos caídos. O cara dos olhos negros penetrantes. Charmoso, meio metido, com um ar de mistério, um sorriso magnético e acima de tudo, lindo. Não precisa de mais nada, não é?

- Cooper Cartwright (Série Mistérios da Heather Wells - Meg Cabot)
Não podemos culpar a Heather por ter uma queda por ele, não é? Só sei que minha leitura dos livros dessa série é cheia de suspiros por causa dele. Cooper é a ovelha-negra da família que virou detetive particular ao invés de assumir a gravadora da família - mas nunca fala sobre os casos em que está trabalhando - é bonitão, tem fantásticos olhos azul-gelo e gosta de jazz! Fico totalmente rendida...

- Jon Blythe (Lembra de Mim - Sophie Kinsella)
O Jon é lindamente perfeito, engraçado e sexy, com seu cabelo desordenado e sua coleção de girassóis. Não sei como a Lexi pôde se esquecer dele... é mais um que me fez sofrer junto com ele e me fez ter vontade de colocá-lo no colo!

- Irmãos Chandler (Série Irmãos Chandler - Carly Phillips)
Desculpa, mas não posso escolher entre o Roman, o Rick e o Chase, é impossível. Não me pressionem, eu quero os três! Eles são lindos, bem sucedidos, charmosos e extremamente cobiçados. Só sei que é um melhor que o outro. Vai ter genes bons assim lá em casa!

- Aiden Holby, o “Paquera” (Série Chocólatras - Carole Matthews)
É o cara mais irritantemente charmoso de todos, além de ser, claro, lindo de morrer. Está sempre rondando a Lucy, protagonista da série, querendo filar um chocolate - e querendo outras coisas também =X
Vem me chamar de gata que eu divido meus chocolates com você, seu lindo!

- Dimitri Belikov (Série Academia de Vampiros - Richelle Mead)
Ah, o Dimitri é uma coisa linda, que chega com seu sotaque russo, casaco longo, rabo de cavalo e olhos castanhos - bonito demais para seu próprio bem - e conquista todo mundo.
Já vou pedindo desculpas às várias 'senhoras Belikov' por aí, mas não tem como não piriguetar o Dimka e não amolecer com seu sotaque russo. Imagina ouvir um 'Roza' ao pé do ouvido? É de amolecer qualquer uma.

- Poe (Série Sociedade Secreta - Diana Peterfreund)
Ele é chato, é implicante, e foi uma das minhas maiores paixões no ano! Ah, o Poe... *__* Achei ele chato no primeiro livro, comecei a me apegar a ele no segundo e me apaixonei totalmente no terceiro! Terminei o quarto livro completamente seduzida por ele S2
E é aqui que eu saio no tapa com a Luciana Mara, a dona da definição que eu coloquei no começo do post. Porque ela pirigueta o Poe, eu pirigueto o Poe e nenhuma as duas abre mão dele. E agora que eu terminei de ler o último livro da série, aí é que eu não largo dele mesmo!! Piriguetagem em grau máximo!

- Zach Zemaitis (Not Another Bad Date - Rachel Gibson)
Para ser bem sincera, sou louca por todos os protagonistas masculinos da Rachel, então foi um sacrifício escolher só um. O Zach está aqui com a responsabilidade de representar todos eles (e olha que ele concorreu com cada jogador de hockey TDBom!). Acho que escolhi esse jogador de futebol americano aposentado de sorriso fácil e risada gostosa porque ele tem alguma coisa especial, ou talvez porque fiquei sonhando com sua tatuagem com os dois Z's entrelaçados - Ai que calor!!

- Roarke (Série Mortal - J.D. Robb)
Piriguete literária que se preze pirigueta o Roarke e morre de inveja da Eve!! O cara é charmoso, poderoso, perigoso, misterioso, super protetor e super apaixonado. É o sonho de consumo de todas as leitoras da Série Mortal. Sem exceção. Até hoje não encontrei ninguém que tenha lido os livros e não nutrisse ao menos uma quedinha literária por ele. Quem não quer um Roarke para si?!
Ah sim, é mais um irlandês na minha lista.


Ufa, estou até passando mal depois de escrever esse post, rss


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13 de dezembro de 2011

Primeiras Linhas #9: Tamanho 44 Também não é Gorda - Meg Cabot

Essa é uma coluna em que eu trago as primeiras linhas, as primeiras frases de um livro qualquer.


Já comentei isso no twitter mas vou comentar aqui também: é impressão minha ou a gente trabalha mais no final do ano? Ou será que sou só eu? o_O
Só sei que eu estou atolada de trabalho, em falta com o blog, sem conseguir visitar meus blogs queridos, e torcendo para que 2011 acabe logo!

Enquanto isso, para animar, as Primeiras Linhas que eu trago hoje são de um dos livros de uma série que adoro, acho que a que mais gosto da tia Meg: Tamanho 44 Também não é Gorda, segundo livro da série Mistérios de Heather Wells, da Meg Cabot. Apesar de eu já ter lido em inglês, estou animada que acabou de sair o terceiro livro da série aqui no Brasil – Tamanho não Importa – e mais ainda que o quarto livro – Size 12 And Ready To Rock – será lançado nos EUA no próximo ano!!

Pra quem não conhece, mais sobre a série nesse post que escrevi há um tempinho, que vai junto com minha recomendação eterna para quem gosta de chick lit com uma pitada de mistério e investigações.


O cara atrás do balcão não para de olhar para mim. De verdade.
E ele é gostoso. Para um garoto de vinte anos que é barista, claro. Aposto que ele toca violão. Aposto que ele fica acordado até muito tarde da noite, dedilhando, como eu. Dá para ver que fica pela leve sombra sob seus olhos verdes com cílios compridos, e pela maneira como o cabelo louro cacheado dele tem uns tufos espetados por toda a cabeça. É cabelo de quem saiu direto da cama para o trabalho. Não teve tempo de tomar um banho porque ficou acordado até tarde, ensaiando. Igualzinho a mim.
— O que vai ser hoje? — ele me pergunta. Mas com um olhar. Um olhar que com certeza diz: Estou te analisando.
Eu sei que é para mim que ele está dando mole, porque não tem ninguém na fila atrás de mim. Bom, e por que ele não poderia estar me olhando com segundas intenções? Eu estou bem. Quer dizer, as partes do meu corpo visíveis fora das minhas roupas volumosas de inverno, pelo menos, estão bem. Eu com certeza passei rímel e base hoje de manhã (diferentemente do Carinha do Café, eu gosto de disfarçar as minhas olheiras). E, com a minha parca, não dá para ver os dois (tudo bem, cinco) quilos que eu ganhei nas férias de fim de ano. Afinal, quem conta calorias no Natal? Ou no Ano Novo? Ou depois do Ano Novo, quando todos os doces de Natal estão em liquidação? Há tempo de sobra para voltar à forma antes da temporada dos biquínis.
E, tudo bem, faz cinco ou seis anos que eu repito isso para mim mesma, e ainda não tentei de verdade... Entrar em forma para a temporada dos biquínis, quer dizer. Mas, quem sabe? Talvez neste ano eu tente. Tenho dois dias de férias para tirar, tudo que eu juntei desde que terminou meu período de experiência, em outubro do ano passado. Posso ir para Cancún. E, tudo bem, só para passar o fim de semana. Mas, mesmo assim...
Então, e daí que eu sou cinco (bom, talvez oito) anos mais velha do que o Carinha do Café? Eu ainda tenho as manhas.
Obviamente.




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1 de dezembro de 2011

Músicas que não me saem da cabeça: 'Rock Mafia - The Big Bang'

Nesses últimos dias eu estou escutando essa música muito. Muito mesmo!
E eu nem sou lá muito fã da Miley Cyrus, mas o clipe com a participação dela é bem legal! ;D





(oh, baby)
I don't wanna lie,
I'm gonna take what you're giving
'cause I know you're willing,
To take me all the way..you got me right here.
Combustible.
And I can't wait to finally explode.

The big big bang, the reason I'm alive,
When all the stars collide, in this universe inside.
The big big bang (3x)

Some people like to talk. But I'm into doing,
What I feel like doing, when I'm inspired.
So, if we take a walk down, the beach tonight,
I bet we could light up the sky.

The big big bang, the reason I'm alive,
When all the stars collide, in this universe inside.
The big big bang (3x)

Take it from me (2x), I don't wanna be, mummified,
Sometimes I feel so isolated,
I wanna die.
And now take it from me, if you got it.
Every time, so baby,
Bring your body here, next to mine.
Next to mine!

I don't wanna dream!
I just wanna live!
So baby, lets not miss this thing!

The big big bang, the reason I'm alive,
When all the stars collide, in this universe inside.
The big big bang (3x)

Hite me, big big big bang.
Oh, baby (3x)


***